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	<title>Bruno Mentges de Carvalho</title>
	<link>http://www.brunocarvalho.com</link>
	<description>Memory footprint</description>
	<pubDate>Thu, 22 May 2008 03:53:14 +0000</pubDate>
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		<title>O desafio de criar a visão do projeto</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2008 03:48:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Mentges de Carvalho</dc:creator>
		
	<category>Negócios</category>
	<category>Scrum</category>
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		<description><![CDATA[

 No Scrum nosso de cada dia, existe um papel que eu considero o mais difícil de todos: o Product Owner (daqui pra frente, P.O). No Scrum, o P.O. representa o interesse do cliente e é o responsável por definir a visão do projeto, traçar uma estratégia para atingir essa visão incluindo histórias no backlog [...]]]></description>
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<p> No <a title="http://en.wikipedia.org/wiki/Scrum_(development)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Scrum_(development)">Scrum</a> nosso de cada dia, existe um papel que eu considero o mais difícil de todos: o <strong>Product Owner</strong> (daqui pra frente, P.O). No Scrum, o P.O. representa o interesse do cliente e é o responsável por definir a visão do projeto, traçar uma estratégia para atingir essa visão incluindo histórias no backlog e definir o que será desenvolvido e entregue nos Sprints pelo time. Ou seja, ele é o responsável direto pelo <strong>ROI</strong> (Retorno do Investimento).</p>
<p>O meu post hoje foca na visão do projeto e as dificuldades em criá-la, principalmente para um produto já existente, que é o caso da empresa <a title="www.globo.com" href="http://www.globo.com">onde trabalho</a>, que há algum tempo resolveu adotar o Scrum.</p>
<p>A <strong>visão do projeto</strong> é basicamente o que o nome diz: é o motivo para ele existir, sua filosofia e seus conceitos de negócio. No cenário de projetos, existe uma característica que os difere de produtos: projetos tem início, meio e fim. Já para produtos, que é o nosso caso, o P.O. deve não apenas criar uma visão, como também uma expectativa a longo prazo para o produto, e definir limites. Até onde é responsabilidade do produto e até onde queremos chegar.</p>
<p>Essa visão deve ser adaptativa, pois o mundo muda muito rápido, e agilidade em mudar de rumo é vantagem competitiva hoje. Nisso, o Scrum ganha de longe de outras metodologias: você tem entregas em sprints curtos e a próxima entrega ainda será definida, o que dá muita margem para mudanças.</p>
<p>E como fazer quando você quer migrar pro Scrum e você não tinha apenas um stakeholder, de um produto que já existe há pelo menos cinco anos, mas sim vários ?</p>
<p>A primeira coisa a se fazer, acredito, seria pegar todos os requisitos pendentes, ou seja, os já existentes do sistema e organizá-los em histórias, do tipo: &#8220;Eu como usuário gostaria de assistir vídeos no linux (em flash)&#8221;, ou &#8220;Eu como Product Owner gostaria de disponibilizar o player para que outros sites possam incluí-lo (embedded)&#8221;. Com todas essas histórias que o produto tinha pela frente postas no papel você consegue ter uma visão geral da direção que o produto estava seguindo.</p>
<p>Descobrindo essa direção você pode: ou se ater à direção atual ou definir uma nova e criar novas histórias para que o produto começe a mudar de direção. O importante é ter essa direção, que não é fácil, diga-se de passagem. Com a direção definida você provavelmente terá agora mais facilidade em estimar o <strong>valor de negócio</strong> de cada história (valor esse de 0 a 100). O valor de negócio é uma métrica de quanto uma história traria de valor para a empresa em comparação com outra.</p>
<p>Para iniciar essa definição, pegue a história que tenha o menor valor de negócio e estime um número baixo para usar de referência, como 2 por exemplo. Daí, vá pegando as outras histórias e comparativamente dando seus valores de negócio. Rapidamente você terá um quadro bem definido com quais histórias provavelmente você irá atacar nos próximos sprints e conseguirá antever pelo menos 2 ou 3 entregas.</p>
<p>Nisso, é hora de comunicar ao time a estratégia do produto e as histórias que você pretende atacar no futuro próximo. No Sprint Planning 1, que é a primeira de duas reuniões que definem um sprint, o time irá estimar <strong>a complexidade</strong> que cada história tem e encaixar no Sprint (que no nosso caso leva 2 semanas) aquilo que o time consegue se comprometer em entregar. São também definidos nessa reunião, pelo P.O., o <a title="http://agilefaq.net/2007/10/24/what-is-definition-of-done/" href="http://agilefaq.net/2007/10/24/what-is-definition-of-done/">DoD</a> (Definition of Done, ou em português: Definição de Terminado) e os critérios de aceitação.</p>
<p>Com isso tudo feito, é só correr para o abraço. Com o time a par da visão e o sprint definido e bem detalhado, o P.O. poderá ter a certeza que caso ele precise mudar de estratégia, será tão simples como colocar mais itens no backlog do produto, estimar o valor de negócio, re-estimar ou mesmo remover histórias do backlog (não os do sprint atual, claro).</p>
<p>Uma experiência legal que tivemos aqui foi que a nossa P.O. marcou uma reunião para nos passar a visão do projeto, ouvir idéias e ter um feedback do que o time gostaria de sugerir para a plataforma <a title="http://video.globo.com/" href="http://video.globo.com/">que trabalhamos</a>. O formato da reunião foi o seguinte: Reunimos os dois times que participam do projeto dessa plataforma e de outra plataforma relacionada, misturamos todos e dividimos em dois grupos. Cada grupo teve meia hora para fazer um brainstorm de idéias, colocá-las no papel, sem que ninguém pudesse criticar a idéia do outro, apenas contribuir com as suas. Depois disso (por incrível que pareça, eram 4 folhas A4 de idéias para cada grupo), nós deveríamos discutir as idéias por mais meia hora, eliminando as idéias que fossem claramente ruins. Após essa primeira eliminação e discussão, cada grupo teve 10 minutos para escolher as top 10 idéias.</p>
<p>Foi impressionante como as idéias se mesclavam no final. Das duas listas top 10, conseguimos 12 ou 13 idéias muito boas, e as outras 7 que sobraram eram repetidas. O timebox da reunião foi de 2:30 horas. Em 2 horas e meia conseguimos ver qual a visão a médio e longo prazo da plataforma, ter uma noção muito maior do que é a nossa plataforma para a empresa como um todo e sugerir idéias para melhorar, mudar e acrescentar valor ao projeto.</p>
<p>Off-topic: Como as reuniões estão mais produtivas, depois que adotamos o Scrum&#8230; mas isso é assunto pra outro post. Voltando ao tópico e para concluir, esse é o maior desafio, na minha opinião, em uma migração para Scrum: Definir a visão dos projetos.
</p>
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		<title>Daily Meeting é comprometimento</title>
		<link>http://www.brunocarvalho.com/19/05/2008/daily-meeting-e-comprometimento/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 15:15:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Mentges de Carvalho</dc:creator>
		
	<category>Negócios</category>
	<category>Scrum</category>
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		<description><![CDATA[

 Desde que adotamos Scrum na empresa que trabalho, tivemos um impacto enorme no resultado de nossos projetos. A velocidade, conformidade com os requisitos e qualidade dos nossos produtos aumentaram drasticamente. Mas isso não quer dizer que não tivemos nossos problemas ao implementar o Scrum. Hoje quero falar um pouco de uma das mais importantes [...]]]></description>
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<p> Desde que adotamos <a title="http://en.wikipedia.org/wiki/Scrum_%28development%29" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Scrum_%28development%29">Scrum</a> na <a title="www.globo.com" href="http://www.globo.com">empresa que trabalho</a>, tivemos um impacto enorme no resultado de nossos projetos. A velocidade, conformidade com os requisitos e qualidade dos nossos produtos aumentaram drasticamente. Mas isso não quer dizer que não tivemos nossos problemas ao implementar o Scrum. Hoje quero falar um pouco de uma das mais importantes práticas do Scrum e alguns dos empecilhos que encontramos.</p>
<p>O <a title="http://en.wikipedia.org/wiki/Scrum_%28development%29#The_Scrum_meeting" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Scrum_%28development%29#The_Scrum_meeting">Daily Meeting</a> é uma reunião do Scrum que ocorre todos os dias e tem as seguintes características:</p>
<ul>
<li>Ela deve ocorrer diariamente e sempre no mesmo horário, que pode ser decidido pelo time no Sprint Planning, e preferencialmente ser sempre pela manhã.</li>
<li>O Time e o Scrum Master devem estar presentes.</li>
<li>A reunião tem um timebox de 15 minutos e não deve ultrapassar esse tempo.</li>
<li>Cada participante do time deve responder a tres perguntas: &#8220;O que fiz ontem?&#8221;, &#8220;O que farei hoje?&#8221; e &#8220;O que está me impedindo?</li>
<li>Todos devem estar de pé. (Afinal, são só 15 minutos)</li>
<li>Qualquer um pode assistir a reunião, como chicken* (chicken não pode falar durante a reunião).</li>
</ul>
<p>Eu faço parte de um time, composto por desenvolvedores, designer e arquiteto da informação. Somos 8 pessoas e o<strong> comprometimento</strong> e a <strong>participação ativa</strong> de todos do time é extremamente importante para o sucesso do sprint e consequentemente do projeto como um todo.</p>
<p>O horário oficial de chegada da empresa é as 9:30 da manhã,  e nosso time decidiu que o Daily Meeting aconteceria as 10:45. Ainda assim, temos pessoas que chegam atrasado, por motivos diversos. Quando alguém atrasa e não avisa, acontecem diversos efeitos colaterais nocivos ao scrum, como o time não saber se aquela pessoa terminou o trabalho dela, se ela tá tendo problemas ou impedimentos, e o que ela planejava fazer hoje.</p>
<p>Nosso time, em conjunto com o scrum master, começou a elaborar punições. A primeira punição foi que se alguém atrasasse e não tivesse um motivo convincente pra isso (ex. Problemas médicos e tal), o Daily Meeting seria adiantado 15 minutos até o fim do Sprint. Ou seja, alguém atrasou, o Daily Meeting iria pra 10:30, depois 10:15, depois 10:00&#8230; até chegar na hora oficial da empresa (9:30).</p>
<p>Essa primeira punição ficou muito rígida, pois não tinha uma contra-moeda pra voltar o tempo e quanto mais cedo o Daily Meeting ficava, mais difícil era de ter todo mundo presente em tempo (trabalhamos num local distante no Rio de Janeiro). Então adaptamos para que se o time ficasse 4 dias sem atrasar, e tivesse alguma penalidade já em prática, essa penalidade seria reduzida em 15 minutos, ou seja, se alguém do time se atrasasse e o daily meeting caísse de 10:45 para 10:30, bastava o time conversar com o cara e o time todo vir 4 dias sem atraso algum para voltar pra 10:45.</p>
<p>Inacreditavelmente isso ainda não funcionou. Ainda assim continuávamos tendo problemas de atraso. Todos sempre esporádicos, mais ainda assim acontecia (no final do Sprint de 10 dias, o daily meeting já estava em 10:15). Todos sentamos pra conversar e ver se não havia ninguém desestimulado, ou com vontade de trocar de time, ou insatisfeito em geral com qualquer coisa, mesmo que pessoal. Após uma longa conversa chegamos a um novo e mais flexível sistema de punição: Se qualquer pessoa for se atrasar por qualquer motivo, deve ligar com pelo menos ~20 minutos de antecedência do daily meeting para o Scrum Master e avisar que vai se atrasar, e contar o que fez e o que está impedindo.</p>
<p>Se isso fosse respeitado, o daily meeting continuaria no mesmo horário e demonstraria que a pessoa estava comprometida em não prejudicar o time todo, mesmo que tivesse um problema qualquer (trânsito, despertador que não toca, sono profundo, etc). E ficaria a cargo do Scrum Master e da gerência controlar quem abusa e quem não abusa de chegar atrasado, ou seja, separar os casos esporádicos dos crônicos e resolver como a empresa achar correto.</p>
<p>Ficamos de usar esse processo flexível nesse sprint para ver como vamos nos sair. Queria saber como você, que também tem esse problema, o enfrenta (E quem não tem, qual a fórmula mágica <img src='http://www.brunocarvalho.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> ) ? Comente !</p>
<p>UPDATE: (Acertos para refletir o que espero do post)
</p>
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		<title>Workshop: Modelagem Ágil + Domain Driven Design</title>
		<link>http://www.brunocarvalho.com/17/05/2008/workshop-modelagem-agil-domain-driven-design/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2008 23:34:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Mentges de Carvalho</dc:creator>
		
	<category>Java</category>
	<category>eventos</category>
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 Tivemos hoje em São Paulo o segundo dia do workshop Modelagem Ágil e Domain Driven Design da Fratech. No primeiro dia, palestrado pelo Manoel Pimentel, foi abordado modelagem ágil e scrum. Foram feitas atividades para demonstrar o que é e o que não é ágil e treinar dois conceitos apresentados durante a palestra: Mind [...]]]></description>
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<p> Tivemos hoje em São Paulo o segundo dia do workshop Modelagem Ágil e Domain Driven Design da <a title="http://www.fratech.net/" href="http://www.fratech.net/">Fratech</a>. No primeiro dia, palestrado pelo <a title="http://manoelpimentel.blogspot.com/" href="http://manoelpimentel.blogspot.com/">Manoel Pimentel</a>, foi abordado modelagem ágil e scrum. Foram feitas atividades para demonstrar o que é e o que não é ágil e treinar dois conceitos apresentados durante a palestra: Mind Map Modeling (M3) e UML em Cores.</p>
<p>Particularmente ainda não vejo necessidade de usar <a title="http://en.wikipedia.org/wiki/UML_colors" href="http://en.wikipedia.org/wiki/UML_colors">UML em Cores</a>. Num mundo cada vez mais ágil, quanto mais detalhes e regras pra uma documentação que deve ser simples e objetiva, menos isso será usado. Em contrapartida, eles apresentaram também a nova buzzword do mercado: <a title="http://www.agiledraw.org/index.php/Main/Examples" href="http://www.agiledraw.org/index.php/Main/Examples">Agile Draw</a>, que nada mais é que nossos rascunhos, usando um subset da UML, num whiteboard. Nisso eu acredito <img src='http://www.brunocarvalho.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O segundo dia foi bem interessante. DDD é um assunto que eu gosto muito, até já li duas vezes o <a title="http://www.amazon.com/Domain-Driven-Design-Tackling-Complexity-Software/dp/0321125215" href="http://www.amazon.com/Domain-Driven-Design-Tackling-Complexity-Software/dp/0321125215">Domain Driven Design</a> do Eric Evans. O palestrante do dia foi <a title="http://blog.fratech.net/author/felipe/" href="http://blog.fratech.net/author/felipe/">Felipe Rodrigues</a>, que também palestrou na QCon 2008 sobre o mesmo assunto. A palestra dele foi muito boa, exemplificando e tentando trazer de maneira mais simples os conceitos não-tão-simples do Domain Driven Design. Tivemos também atividades práticas pra exemplificar o que foi dito.</p>
<p>No mais, o evento foi muito bom. Tive a oportunidade de ver amigos de outros eventos, e trocar experiencias do dia a dia com eles. Amanhã estarei no <a title="http://www.falandoemjava.com.br/" href="http://www.falandoemjava.com.br/">Falando em Java</a>, que promete.
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Internet Explorer 8 - Compatibilidade Web Standards</title>
		<link>http://www.brunocarvalho.com/06/03/2008/internet-explorer-8-compatibilidade-web-standards/</link>
		<comments>http://www.brunocarvalho.com/06/03/2008/internet-explorer-8-compatibilidade-web-standards/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 07:13:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Mentges de Carvalho</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
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		<description><![CDATA[

 Li calmamente esses dias o artigo sobre o IE8 e fiquei surpreso com a decisão deles de adotarem mais web standards. O maior desafio deles está em não repetir a má experiência que tiveram quando lançaram o IE7. Nesse lançamento, todos os sites que fizeram workarounds dos problemas do IE6 passaram a não renderizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p> Li calmamente esses dias o <a title="http://blogs.msdn.com/ie/archive/2008/03/03/microsoft-s-interoperability-principles-and-ie8.aspx" href="http://blogs.msdn.com/ie/archive/2008/03/03/microsoft-s-interoperability-principles-and-ie8.aspx">artigo sobre o IE8</a> e fiquei surpreso com a decisão deles de adotarem mais web standards. O maior desafio deles está em não repetir a má experiência que tiveram quando lançaram o IE7. Nesse lançamento, todos os sites que fizeram workarounds dos problemas do IE6 passaram a não renderizar direito no IE7.</p>
<p>Adotar uma maneira diferente de renderizar conteúdo no IE8 pode causar o mesmo problema de quando lançaram o IE7. Mas para contornar isso, eles criaram um mecanismo para informar o browser IE8 a renderizar no formato IE7 via meta-tags no header. Exemplo:</p>
<div class="ch_code_container" style="font-family: monospace;height:100%;">
<div style="">Code (html)</div>
<ol>
<li style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; color: black; font-weight: normal; font-style: normal;">
<div style="font-family: 'Courier New', Courier, monospace; font-weight: normal;">&lt;meta content=&quot;IE=7&quot; http-equiv=&quot;X-UA-Compatible&quot; /&gt;</div>
</li>
</ol>
</div>
<p>Ou seja, vão mesmo mudar a forma de renderizar para uma forma mais padrão e deixar a compatibilidade com as versões anteriores pra ser especificada programaticamente. Isso nos afeta muito aqui na <a title="http://www.globo.com" href="http://www.globo.com">globo.com</a> visto que nossos sites tem como premissa funcionar em todos os browsers, provavelmente teremos um bom trabalho de adaptação, mas essa notícia me deixa esperançoso.</p>
<p>Eles inclusive consultaram experts como <a title="http://alistapart.com/" href="http://alistapart.com/">A List Apart</a> e o <a title="http://www.webstandards.org/" href="http://www.webstandards.org/">Webstandars.org</a>! Impressionante, não ?</p>
<p>Estou ansioso pra ver esse IE8.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Globo Vídeos agora com a opção &#8220;tela cheia&#8221; !</title>
		<link>http://www.brunocarvalho.com/31/01/2008/globo-videos-agora-com-a-opcao-tela-cheia/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 12:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Mentges de Carvalho</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
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		<description><![CDATA[

 É galera, saiu. O Globo Vídeos agora tem a opção tela cheia. O post do Guilherme Chapiewski, nosso líder técnico, detalha todas as motivações que nos levaram a ficar pelo menos 40 dias sem a funcionalidade tela cheia.
Aos que sentiram falta da funcionalidade, ela já está no ar. Aproveitem.
Mais uma vez nossa equipe ninja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p> É galera, saiu. O <a title="http://video.globo.com" href="http://video.globo.com">Globo Vídeos</a> agora tem a opção tela cheia. O post do <a title="http://gc.blog.br/2008/01/30/novo-release-do-globo-videos-agora-em-tela-cheia/" href="http://gc.blog.br/2008/01/30/novo-release-do-globo-videos-agora-em-tela-cheia/">Guilherme Chapiewski</a>, nosso líder técnico, detalha todas as motivações que nos levaram a ficar pelo menos 40 dias sem a funcionalidade <strong>tela cheia</strong>.</p>
<p>Aos que sentiram falta da funcionalidade, ela já está no ar. Aproveitem.</p>
<p>Mais uma vez nossa equipe ninja conseguiu entregar tudo com qualidade e dentro do prazo ! Viva o <a title="http://en.wikipedia.org/wiki/Scrum_(development)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Scrum_(development)">Scrum</a> !
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Negativismo produtivo</title>
		<link>http://www.brunocarvalho.com/02/01/2008/negativismo-produtivo/</link>
		<comments>http://www.brunocarvalho.com/02/01/2008/negativismo-produtivo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 19:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Mentges de Carvalho</dc:creator>
		
	<category>Artigo</category>
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		<description><![CDATA[

 Quando era criança e queria algo, lá pelos meus bons 3 aninhos de idade, eu abria o berro. Chorava, batia pé, derrubava coisas, reclamava até encher o saco de todo mundo e conseguir o que queria. Tudo aquilo que fazia parte das minhas vontades e que não era atendida, era motivo de reclamação e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p> Quando era criança e queria algo, lá pelos meus bons 3 aninhos de idade, eu abria o berro. Chorava, batia pé, derrubava coisas, reclamava até encher o saco de todo mundo e conseguir o que queria. Tudo aquilo que fazia parte das minhas vontades e que não era atendida, era motivo de reclamação e choro, ensurdecedor. Parece que naturalmente, quando criança, aprendemos a perturbar pra conseguir o que queremos.Ao ficar um pouco mais velho, aprendi a fina arte do negativismo. Ao invés de chorar, dava mil opiniões negativas das coisas que não queria fazer, e olhava de cara feia para aquele presente de natal (meias e cuecas) que com certeza alguém com 9 anos de idade não gostaria de ganhar.</p>
<p>Na adolescencia o caos toma conta. Tudo é ruim exceto as suas opiniões, a família já não parece tão perfeita como parecia, e as máscaras caem. Se algo não sai como quer, já viu né&#8230; estresse total. Aos pais que passam por essa fase: parabéns.</p>
<p>O ponto que quero chegar é: Aprendemos desde cedo a ser negativos e criticar tudo e todos. Algumas pessoas amadurecem e deixam essa característica de lado, apreciando mais a vida. Outras continuam sendo negativas com tudo e todos.</p>
<p>Só que isso pode ser muito produtivo. Talvez muito mais produtivo do que qualquer opinião positiva. Um exemplo disso está nos comentários do meu post sobre o <a title="http://www.brunocarvalho.com/19/12/2007/globo-videos-em-flash/" href="http://www.brunocarvalho.com/19/12/2007/globo-videos-em-flash/">novo player do Globo Vídeos</a>.</p>
<p>Segue alguns trechos dos comentários abaixo:</p>
<p>&#8220;Parabens!!!!(ironico) Com esta mudanca eu nao posso mais assistir os meus videos em tela cheia. Um passo para tras de vcs. Vcs deveriam ter deixado as duas opcoes e agora como faco para assistir meus videos em tela cheia ? &#8230; p.s: estou indignado&#8221; - Cristiano P. de Carvalho</p>
<p>&#8220;Eu sou assinate da Globo Vídeos e fiquei extremamente insatisfeito com essa mudança &#8230; Além de o serviço do Globo Vídeos estar lento ao extremo algum &#8216;gênio&#8217; retirou a opção de &#8216;tela cheia&#8217; &#8230;&#8221; - Douglas SVH</p>
<p>Eu particularmente gosto de críticas pois demonstram duas coisas: 1. A pessoa realmente se importa com o que está falando. 2. Faz com que eu me aproxime das reais necessidades dos usuários só com o fato de ouvir essas críticas.</p>
<p>Eu não estou falando que devemos criticar tudo e aceitar todo tipo de crítica, ainda mais as infundadas. Porém, é importante ouvi-las e avaliar se o que a pessoa está dizendo tem valor.</p>
<p>O mau hábito está em criticar sem conhecer. Obviamente a funcionalidade &#8216;tela cheia&#8217;, que foi o motivo dessas reclamações, está nos planos e deve ser lançada em breve. Haviam vários motivos técnicos e de negócio para que essa mudança ocorresse e nós demos um duro danado para fazer ela acontecer e ficar disponível com o mínimo aceitável de funcionalidades.</p>
<p>Minha dica é: Se você tem alguma crítica sobre algo, primeiro verifique se a crítica não pode ser dada em forma de sugestão. Sugerir algo é muito melhor que criticar, e você faz amigos. Uma pessoa que sempre critica as coisas geralmente é evitada.</p>
<p>E cá entre nós, para um mês de desenvolvimento, fizemos um puta de um belo trabalho <img src='http://www.brunocarvalho.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />
</p>
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		<item>
		<title>Player Flash no Globo Vídeos</title>
		<link>http://www.brunocarvalho.com/19/12/2007/globo-videos-em-flash/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 17:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Mentges de Carvalho</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
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 Como vocês devem saber, trabalho na Globo.com. Há algum tempo adotamos metodologias ágeis e SCRUM na nossa equipe e hoje, com orgulho, terminamos um projeto em um mês, que envolvia migrar uma infra estrutura pra lá de antiga, aprender uma tecnologia nova (Flash), desenvolver, testar e ter qualidade para termos um player em Flash [...]]]></description>
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<p> Como vocês devem saber, trabalho na Globo.com. Há algum tempo adotamos metodologias ágeis e SCRUM na nossa equipe e hoje, com orgulho, terminamos um projeto em um mês, que envolvia migrar uma infra estrutura pra lá de antiga, aprender uma tecnologia nova (Flash), desenvolver, testar e ter qualidade para termos um player em Flash para os vídeos do <a title="http://video.globo.com" href="http://video.globo.com">Globo Vídeos</a>.</p>
<p>Agora com o player em flash usuários de linux e mac poderão assistir sem problemas nossos vídeos.</p>
<p>Pois é, toda a equipe de WebMedia está de parabéns.
</p>
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		<title>Certified Scrum Master</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 13:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Mentges de Carvalho</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
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 Assim como Guilherme Chapiewski, também fiz o curso de certificação Scrum Master da Sprint iT. Nosso instrutor, Boris Gloger, foi o primeiro Scrum Master treinado por ninguém menos que Ken Schwaber.
O curso foi fantástico, e as atividades foram muito interessantes. O curso realmente mudou muitos conceitos que eu tinha sobre desenvolvimento de software. Saí [...]]]></description>
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<p> Assim como <a title="http://gc.blog.br/2007/12/10/certified-scrum-master/" href="http://gc.blog.br/2007/12/10/certified-scrum-master/">Guilherme Chapiewski</a>, também fiz o curso de certificação <a title="http://en.wikipedia.org/wiki/Scrum_(development)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Scrum_(development)">Scrum</a> Master da <a title="http://www.sprint-it.de/" href="http://www.sprint-it.de/">Sprint iT</a>. Nosso instrutor, <a title="http://www.sprint-it.de/index.php?action=trainer&#038;id=1" href="http://www.sprint-it.de/index.php?action=trainer&#038;id=1">Boris Gloger</a>, foi o primeiro Scrum Master treinado por ninguém menos que <a title="http://en.wikipedia.org/wiki/Ken_Schwaber" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ken_Schwaber">Ken Schwaber</a>.</p>
<p>O curso foi fantástico, e as atividades foram muito interessantes. O curso realmente mudou muitos conceitos que eu tinha sobre desenvolvimento de software. Saí de lá com muitas idéias e querendo mudar tudo ! <img src='http://www.brunocarvalho.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Fotos do curso aqui: <a title="http://www.flickr.com/photos/bmentges/tags/scrum/" href="http://www.flickr.com/photos/bmentges/tags/scrum/">http://www.flickr.com/photos/bmentges/tags/scrum/</a>
</p>
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		<title>Conexão Java 2007 - Segundo dia</title>
		<link>http://www.brunocarvalho.com/10/11/2007/conexao-java-2007-segundo-dia/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 Nov 2007 00:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Mentges de Carvalho</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
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 Hoje foi o dia mais interessante do evento. Carlos Villela abriu o dia questionando o porque de determinadas empresas utilizarem Java pra tudo, e foi uma conversa rápida. Logo após, Phillip Calçado palestrou sobre Arquitetura de Software e foi muito interessante pois Phillip consegue envolver bastante a platéia no assunto e explicou porque muitas [...]]]></description>
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<p> Hoje foi o dia mais interessante do evento. Carlos Villela abriu o dia questionando o porque de determinadas empresas utilizarem Java pra tudo, e foi uma conversa rápida. Logo após, Phillip Calçado palestrou sobre Arquitetura de Software e foi muito interessante pois Phillip consegue envolver bastante a platéia no assunto e explicou porque muitas das escolhas que parecem inteligentes (como Arquiteturas de Referência, por exemplo) são péssimas escolhas.</p>
<p>Depois do Phillip entrou Danilo Sato palestrando sobre Agile Software Development. Tivemos mais uma vez uma excelente apresentação sobre desenvolvimento ágil, que mostra que waterfal não tá com nada ! Acho que todo gerente, diretor e líderes de equipe de desenvolvimento de software deveriam assistir a esta palestra. Imperdível.</p>
<p>Depois disso a galera migrou pra uma churrascaria, e foi muito legal conhecer a galera que foi lá.</p>
<p>Na volta, acabamos chegando no finalzinho da palestra sobre design patterns e ocorreu o evento mais legal: A oficina de arquiteto do Phillip. Juntamos todo mundo em volta de um quadro branco e começamos a dividir o conhecimento que temos em nossos projetos e foi muito, muito legal mesmo ver o que cada um usa em seus projetos, os porques, as vantagens e desvantagens e o mais importante: a experiencia real em produção de cada solução.</p>
<p>Pra finalizar o dia, tivemos uma excelente palestra do Fernando Meyer sobre DSLs, ANTLr e como construir na prática uma DSL.</p>
<p>O evento e os organizadores estão de parabéns. Muito boa a experiência. No fim, eu e Tiago Motta fomos ao aeroporto enfrentando o trânsito padrão de São Paulo, nosso vôo atrasou mais de 30 minutos e fizemos um péssimo pouso com o avião tremendo todo hehe.</p>
<p>Ahhhh Rio de Janeiro, finalmente <img src='http://www.brunocarvalho.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />
</p>
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		<title>Conexão Java 2007 - Primeiro Dia</title>
		<link>http://www.brunocarvalho.com/09/11/2007/conexao-java-2007-primeiro-dia/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2007 21:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Mentges de Carvalho</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
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 Primeiro dia de Conexão Java, e já tenho alguns comentários. Primeiramente o lugar é muito bom. A faculdade Anhembi Morumbi é muito bem organizada, tem uma ótima sala de conferência e um laboratório muito bom também.
Das palestras, assisti todas as 4: Java ME, Scrum, Jboss jBPM e Performance em Aplicações Java. Todas muito boa [...]]]></description>
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<p> Primeiro dia de Conexão Java, e já tenho alguns comentários. Primeiramente o lugar é muito bom. A faculdade Anhembi Morumbi é muito bem organizada, tem uma ótima sala de conferência e um laboratório muito bom também.</p>
<p>Das palestras, assisti todas as 4: Java ME, Scrum, Jboss jBPM e Performance em Aplicações Java. Todas muito boa palestra, exceto a sobre o Jboss jBPM. O palestrante foi bem em explicar um complicado framework, mas eu particularmente não curto bastante palestra sobre frameworks que solucionam problemas específicos, ainda mais sobre um framework em especial e não sobre os conceitos e soluções em volta do problema. Fica parecendo palestra comercial&#8230;</p>
<p>Sobre Java ME, foi interessante e o palestrante Thadeu Russo fez um bom overview sobre a plataforma. Já a palestra seguinte, sobre Scrum, o palestrante Alexandre Magno fez uma excelente palestra, com uma boa pitada de humor, e uma boa habilidade em conduzir a platéia ao assunto. Foi muito bom rever os conceitos de Scrum (que temos aplicado na <a title="http://www.globo.com" href="http://www.globo.com">empresa onde trabalho</a>) e avaliar o que estamos fazendo e o que ainda falta fazer para ficarmos 100% scrum compliant.</p>
<p>Tivemos coffee break e o almoço não pode ser em um lugar diferente de BURGER KING. Desde que fui aos EUA e comi lá que queria poder comer no Brasil, porém só tem aqui em São Paulo (espero que por pouco tempo) e era bem pertinho da faculdade.</p>
<p>Ao voltar do almoço, tivemos a palestra do Jboss, que foi um pouco confusa e cheia de dúvidas pois a solução é bem específica e complexa. Logo após teve uma excelente palestra sobre performance de aplicações Java e o assunto é bastante extenso e interessante.</p>
<p>Depois, chamamos um taxi para ir ao hotel, e o taxista se perdeu. Quase fomos parar na radial leste quando o taxista se tocou que o gps tava errado. Fora o trânsito, que pelo amor de Deus, é horrível.</p>
<p>Excelente a experiência até o momento. Pude conhecer figuras conhecidas do GUJ como Luca, Lipe, Villela, dentre outros e as conversas sempre em alto nível. Ah, ganhei do Tiago na sinuca tb ! haha</p>
<p>Bom é isso ae, amanhã tem mais <img src='http://www.brunocarvalho.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />
</p>
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